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Teste rápido anti-HIV será realizado em centros de saúde de Belo Horizonte

Notícias — 17 de fevereiro de 2012 16:24
 

Os centros de saúde de Belo Horizonte, a partir deste ano irão realizar testes rápidos anti-HIV. Atualmente, as unidades que realizam o exame são os centros de saúde Carlos Chagas, São Miguel, Cafezal, Horto, Sagrada Família, Alto Vera Cruz, Santa Inês, São Cristóvão e Pedreira Prado Lopes. Com o teste, o usuário poderá ter acesso ao resultado em 30 minutos.

“A população deve se conscientizar da importância de se prevenir e ser responsável por suas ações, evitando que seja necessário realizar os testes rápidos anti-HIV,  por mero descuido. Estão sendo realizadas várias campanhas em todo país, priorizando a prevenção;”, alerta a deputada estadual Luzia Ferreira.

Ministério da Saúde lança campanha de conscientização e prevenção contra a Aids

O exame também é realizado no Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) da Unidade de Referência Secundária Sagrada Família e no Centro de Saúde Oswaldo Cruz, situado na região Centro-Sul. No CTA, são realizados 100 testes rápidos/mês para identificação do HIV. No restante da rede SUS-BH, o resultado do teste leva, em média, 15 dias.

“O teste vai facilitar o diagnóstico precoce do HIV e, consequentemente, o tratamento adequado aos soropositivos. Com ele, podemos planejar melhor nossas ações de prevenção e oferecer um atendimento mais ágil à população”, disse Mateus Westin , coordenador do programa de DST/Aids da Secretaria Municipal de Saúde (SMSA).

A SMSA lançou, ainda, o programa “BH de Mãos Dadas Contra a Aids”. Um dos destaques dessa iniciativa é o curso de formação “Sexualidade e afetividade para ações de multiplicadores em prevenção às DST/Aids” que, em 2011, formou 1600 pessoas distribuídas em 70 turmas na capital.

O curso oferece uma formação para que cada cidadão seja uma espécie de multiplicador da prevenção.  Ao longo do ano, são feitos entre 12 e 25 encontros, com turmas de até 25 alunos, cuja carga horária varia entre 42 e 70 horas. As aulas são ministradas por profissionais da saúde e também por diferentes atores sociais como os movimentos LGBT e de Mulheres e Negros, além de ONGs.

Os temas tratam de várias questões relacionadas à sexualidade como, por exemplo, “Prevenção”, “Mitos, crendices e tabus”, “Trabalhando a autoestima”, “História da Sexualidade”, “Direitos Humanos” e “Maternidade e Paternidade na Adolescência”, entre outros.  As aulas são realizadas em escolas públicas e particulares, associações de bairros, centros de saúde, Centros de Referência da Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) que solicitam o curso.

Atualmente existem 6 mil pessoas em tratamento antirretroviral em Belo Horizonte. Na capital, a partir de 2003, houve uma diminuição da incidência anual, com estabilização nos últimos três anos em torno de 400 novos casos por ano. A grande maioria dos portadores do vírus situa-se na faixa etária entre 20 e 39 anos (61,4% do total de casos).

Imagem: PBH

 
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1 Comentário

  1. Vocês deveriam sempre informar para todos os jovens a importância do uso da camisinha. Vocês também deveriam continuar com essa divulgação do teste, que é importante para todos os jovens.

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